Foto: Por Santiago Oliver | Imagens: Divulgação em 12 de Julho de 2019 às 14:00
06/08/2019 16:07
Pilotos quebram recorde mundial ao visitarem 16 países em 24 horas
Dupla britânica espera homologação da marca que superou em cinco países o registro anterior

Dois pilotos britânicos esperam ser incluídos no Guinness World Record, o icônico livro que reúne os maiores recordes mundiais, após voarem por 16 países em 24 horas. Os aviadores Mike Roberts e Nicholas Rogers decolaram com um Piper Malibu com objetivo de superar a marca anterior de 11 países no mesmo período.

O Guinness reconhece atualmente que a maior quantidade de países visitados por aeronaves de asa fixa em 24 horas foram 11, alcançados por James van der Hoorn e Iain Macleod em 2010. Caso a nova marca seja comprovada, abrirá uma vantagem de 5 países, algo que demandará algum tempo para ser superado, ao menos por uma aeronave monomotora a pistão.

 

“Nós não queríamos apenas bater o recorde mundial de 2010, mas vencê-lo por uma margem substancial”, disse Nicholas Rogers. O Piper Malibu, construído em 2008, teve em média uma velocidade de cruzeiro de 350 km/h.

A jornada começou com a partida noturna do aeroporto Roskilde, na Dinamarca, nos arredores de Copenhague, às 3h30 (hora local) visitando a Suécia, antes de retornar à Dinamarca para seguir para Polônia, República Tcheca, Eslováquia, Hungria, Croácia, Eslovénia, Itália, Áustria, Suíça, Alemanha, Luxemburgo, Países Baixos, Bélgica e França. A viagem percorreu de 3.150 km, com o avião permanecendo com mais da metade do tempo no ar.

 

A escolha dos aeroportos de cada país foi feita baseada em requisitos como abastecimento disponível no horário do pouso, horário de funcionamento da alfandega, clima e o tempo necessário entre os tramites de solo, reabastecimento e decolagem.

Ainda que esperem ser reconhecidos pela façanha, os dois aviadores já quebraram outros recordes mundiais. A dupla atualmente detêm o recorde mundial pelo maior número de aeródromos visitados em 24 horas, quando aterrissaram em 87 pistas no Reino Unido, utilizando um Cessna 172, em 2017.

Texto/Fonte: Boletim Semanal AERO Magazine